A relação mais íntima, traiçoeira e definidora de uma mulher é a que ela trava consigo mesma.

(apud Eduardo Giannetti)

Muitas das notas deste diário serão falsas e mentirosas. Acredite.

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terça-feira, 2 de setembro de 2008

Eu cresci, mas nunca fui pequena

Serei sempre uma mulher com tudo que um homem pode temer sem cessar de amá-la.
E é bom que ele saiba que minha crueldade, minha obstinação e minha reserva orgulhosa não excluem a traição,
longe disso.




segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Espelho meu, espelho meu!

Deus criou-me para menina e assim permanecerei,
mesmo que a vida me bata e tire todas as minhas bonecas.

A volta ao estado infantil me é sempre possível.
Meu encanto de criança repousa sobre o fato de que ela – a criança que há em mim – se basta, simplesmente.

Assim, sigo irresistível, na fantasia nostálgica da onipotência infantil que nunca perdi.