Deus criou-me para menina e assim permanecerei,
mesmo que a vida me bata e tire todas as minhas bonecas.
A volta ao estado infantil me é sempre possível.
Meu encanto de criança repousa sobre o fato de que ela – a criança que há em mim – se basta, simplesmente.
Assim, sigo irresistível, na fantasia nostálgica da onipotência infantil que nunca perdi.

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